25/03/2017

Clube do Autor - Novo romance do escritor italiano Marcello Simoni



O Inquisidor
Marcello Simoni
Páginas:352
PVP: 17,50 €
Disponível a partir de 6 de Abril

«O retrato de época é credível e autêntico, as intrigas que envolvem a Inquisição são verosímeis assim como a realidade das ordens religiosas dos Jesuítas e dos Franciscanos. A trama é misteriosa e os diversos episódios estão ligados entre si mantendo o suspenso até ao fim.» La Repubblica
«O inquisidor evoca a figura do frade Guilherme de Baskerville em O Nome da Rosa graças ao mesmo método analítico e à confiança no raciocínio.» Huffington Post
«Um trillher histórico de cortar a respiração, baseado numa rigorosa investigação e que confirma Simoni como um dos melhores escritores italianos.» Il Giornale
«Marcello Simoni é o mestre do romance histórico. Esta obra revela os meandros de um poder no qual a igreja procura manter intactos os seus valores seculares.» La Stampa
«Nos romances de Simoni, considerado por muitos o sucessor de Umberto Eco, os crimes misteriosos do passado dão corpo à história.» JL Magazine
«Intriga bem construída, ambiente histórico credível e um estilo elegante, revelando um escritor mais sofisticado.» Milano Nera

Sinopse
Século XVII. A poucos dias do início do Ano Santo, a morte de um frade, consultor da Congregação do Índice, o braço mais recente da Inquisição, agita os meios religiosos. O homicídio desde homem, encontrado com o corpo encravado numa prensa tipográfica e com a boca cheia de papéis impressos tem de ser rapidamente resolvido.
A investigação é entregue ao inquisidor Girolamo Svampa. As suspeitas são muitas, envolvendo desde a Companhia de Jesus até agentes misteriosos de potências rivais. E há ainda a surpreendente ligação ao meio dos impressores e tipógrafos de Roma. Svampa depara-se com personalidades poderosas e a situação revela-se, subitamente, delicada e perigosa.
Criatura de hábitos e pouco diplomata, com uma aversão patológica pela fugacidade do presente, o comissarius trabalha de acordo com um código moral rígido. Conseguirá desvendar o crime sem comprometer os seus princípios?

Marcello Simoni cria neste romance uma extraordinária figura de detetive: um dominicano racional como um cientista mas simultaneamente perito em ciências ocultas. Um homem que trabalha em nome da Igreja, embora questione certos comportamentos eclesiásticos. Com efeito, Svampa é filho de um impressor acusado de heresia e transporta consigo uma marca gravada a fogo que nunca cicatrizou…


Coolbooks: O admirável mundo de "O motor do caos e da destruição"

Título: O motor do caos e da destruição 
Autor: António Bizarro 
Formato: e-wook / capa mole 
N.º páginas: 182
PVP: 4,99€ / 13,30€ 

O admirável mundo de  O motor do caos e da destruição 
A estranheza de um futuro distópico na mais recente obra da Coolbooks.   

Depois de O longo caminho de regresso, publicado pela Coolbooks em 2016, António Bizarro regressa à críptica Saint Paul, à procura de  O motor do caos e da destruição, já disponível na livraria virtual Wook, na Bertrand.pt e no Espaço Professor da Porto Editora. Permeada pela estranheza de um futuro industrial e apocalíptico, a megalópole de Saint Paul – onde passado e futuro colidem, transformando-se mutuamente - assume o protagonismo do fio condutor ao longo dos doze contos que compõem este livro. O confronto pela Espada de Deus, uma palavra capaz de dizimar a Humanidade, a luta pela sobrevivência no vórtice do êxodo casatrabalho-casa, psicopatologias que dominam o quotidiano da cidade: O motor do caos e da destruição é uma visão de um futuro distópico, numa obra de ficção-científica que expande um notável universo pessoal com referências que vão desde J.G. Ballard e Joy Division a David Cronenberg.

SINOPSE 
Uma palavra encontrada num livro antigo tem o potencial de dizimar a Humanidade, e duas facções distintas digladiam-se pela sua posse na cidade da indústria.  As autoridades de Saint Paul entram em alerta total devido a uma ameaça vinda dos céus da cidade, e cabe ao inspector Lindberg travá-la.  O mote sexo, drogas e rock industrial manifesta-se na forma de uma estranha doença que aflige Julian Kronenburg, vocalista da banda Brides of Christ.  Numa Saint Paul futurista, o êxodo pendular casa-trabalho/trabalho-casa torna-se numa luta diária pela sobrevivência.  A queda de um realizador de cinema no vazio arrasta consigo Felix e Melissa, os quais acabam por se unir na sua luta contra o medo e a solidão.
 Um escritor atravessa o mundo e os séculos, carregando um segredo terrível, e encontra a sua alma gémea em Saint Paul.  A mesma tecnologia que permite repovoar a Terra após o Apocalipse Andróide serve para despoletar psicopatologias latentes, bem como o aparecimento de novos e terríveis crimes.  Nas palavras do escritor G.H. Ballantine, «o tempo é o motor do caos e da destruição», e em Saint Paul o passado e o futuro colidem, transformando-se mutuamente.

O AUTOR  
António Bizarro nasceu em 1978, na cidade de São Paulo, e cresceu no Barreiro; atualmente reside em Pirescoxe, a meio caminho entre um castelo do século XV e uma oliveira milenar. Em 2006 integrou o splitCD ‘Seek And Thistroy!’, da Thisco Records, que incluía o seu projecto de música electrónica City of Industry e as bandas Devhour e Tatsumaki. Em 2010 editou o seu primeiro livro, ‘Siamese Dream’. Em 2015 lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, ‘Opus I: Dark Room’, disponível para download em https://soundcloud/antoniobizarro, e o livro ‘Fragmentos – Tony Dornbusch’, através do seu blog http://androidapocalypse.blogspot.pt.  Em 2016 publicou o seu terceiro livro, ‘O Longo Caminho de Regresso’, através da Coolbooks.  

 

«Hoje Estarás Comigo no Paraíso», o regresso de Bruno Vieira Amaral



Hoje Estarás Comigo no Paraíso
Bruno Vieira Amaral
Género: Literatura / Romance
N.º de páginas: 368
Data de lançamento: 7 de abril de 2017
PVP: € 17,70

«Hoje Estarás Comigo no Paraíso», o regresso de Bruno Vieira Amaral 

Vencedor do Prémio Literário José Saramago 2015 lança o seu segundo romance  

Bruno Vieira Amaral recebeu todos os prémios literários de prestígio em Portugal: o Prémio Saramago 2015, o Prémio Pen para Narrativa 2013, o Prémio Fernando Namora 2013 e o Prémio Time Out para Livro do Ano 2013. A 7 de abril, chega às livrarias «Hoje Estarás Comigo no Paraíso», o seu mais recente romance, que o confirma como uma das mais interessantes vozes no panorama ficcional português.  
Partindo de acontecimentos reais, «Hoje Estarás Comigo no Paraíso» faz a investigação literária do homicídio do primo João Jorge, e usa essa mesma investigação para reconstruir e recuperar memórias pessoais e familiares.  
«Para mim, João Jorge nasceu na noite em que o mataram, nas hortas a caminho da Vila Chã. A minha avó materna dizia que, naquela madrugada, ouviu gritos perto do cemitério e, mesmo antes de ter ido à varanda, curiosa e apavorada e sem acender a luz, soube logo que acontecera uma grande desgraça. Até ao fim da vida, quando falava de João Jorge, repetia os passos daquela madrugada distante, ia até à varanda, apontava para o lugar onde antigamente ficavam as hortas e dizia que naquela noite amarga, enquanto lavava a loiça, ouvira uns gritos assustadores, como se estivessem a matar porcos. No dia seguinte – e disto lembro-me perfeitamente – carregada com os sacos de compras, ofegantes e muito vermelha, nem esperou para entrar em casa: «Mataram aquele teu primo, o João Jorge», disse.», é o primeiro parágrafo do mais recente romance de Bruno Vieira Amaral.  

Inspirado por autores como Nelson Rodrigues, W.G. Sebald e Mario Vargas Llosa, entre outros, Bruno Vieira Amaral publicou em 2014 o romance «As Primeiras Coisas», que lhe valeu a distinção dos mais importantes prémios literários e a aclamação da crítica e leitores. 

Sinopse:  
Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge - morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 - e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai. 
Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) - e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento - são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita - como uma possibilidade de verdade, sempre.

Sobre o autor:  
Bruno Vieira Amaral estudou História Contemporânea e é crítico literário, ensaísta e romancista. O seu primeiro romance, «As Primeiras Coisas», foi distinguido com variadíssimos prémios e mereceu, em 2016, a nomeação de Uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolhidas pelos jurados da plataforma Literature Across Frontiers.

Imprensa:  
«Bruno Vieira Amaral tem o génio do detalhe, sabe descrever a quinquilharia dos indigentes, usa o calão com justeza, evoca detalhes especiais que dizem tudo.» Pedro Mexia, Expresso   
«O romance de estreia de Bruno Vieira Amaral confirma uma grande solidez. E traz uma personagem coletiva, o Bairro Amélia, que talvez tenha vindo para ficar no imaginário literário português.» Isabel Lucas, Público   
«Um muito original romance de estreia, escrito com grande maturidade estética e forte conhecimento da realidade descrita. O anúncio de um futuro grande escritor.» Miguel Real, Jornal de Letras   
«O epílogo, em tom elegíaco, traz-nos páginas que estão entre as mais belas da literatura portuguesa recente, confirmando o fôlego raro desta estreia triunfal.» José Mário Silva, Expresso

Livros do Brasil - Miniatura - "Novela de Xadrez", de Stefan Zweig

Título: Novela de Xadrez 
Autor: Stefan Zweig 
Tradução: Álvaro Gonçalves 
N.º de Páginas: 104 
PVP: 8,80 €  

Novela de Xadrez,  de Stefan Zweig 
Derradeiro livro do escritor austríaco tem agora nova edição na Livros do Brasil


Chega às livrarias Novela de Xadrez, de Stefan Zweig, o novo título da coleção Miniatura, que a Livros do Brasil relançou em janeiro. Concluída e enviada para várias editoras pouco antes do suicídio do autor, a 22 de fevereiro de 1942, esta foi a sua obra derradeira. Novela de Xadrez junta-se assim a esta renovada coleção onde estão já incluídos os livros A Louca da Casa, de Rosa Montero, Soldados de Salamina, de Javier Cercas, e A Um Deus Desconhecido, de John Steinbeck.

Sinopse: 
Os passageiros de um navio que parte de Nova Iorque com destino a Buenos Aires descobrem que a bordo segue com eles o campeão do mundo de xadrez, um homem arrogante e pouco amigável. Rapidamente se forma um grupo que procura testar os seus conhecimentos de xadrez jogando com o campeão, apenas para conhecer uma clamorosa derrota. É então que um misterioso passageiro avança para os aconselhar, e o rumo dos acontecimentos se altera. Onde adquiriu ele este domínio magistral do jogo do xadrez, e a que custo? Nesta extraordinária novela psicológica o autor oscila, com inigualável mestria, entre um enorme suspense e uma reflexão pungente sobre o nazismo.

Sobre o Autor: 
Stefan Zweig nasceu a 28 de novembro de 1881 em Viena e é um dos mais importantes autores europeus da primeira metade do século XX. Dedicou-se a quase todas as atividades literárias: foi poeta, ensaísta, dramaturgo, novelista, contista, historiador e biógrafo. De ascendência judaica, empreendeu em 1934 um exílio voluntário da Áustria, então sob domínio do regime fascista de Dollfuss (austrofascismo), e viveu na Inglaterra, nos Estados Unidos da América e no Brasil, onde se viria a suicidar em 1942. Da sua extensa obra, destacam-se as novelas Amok (1922) e Confusão de Sentimentos (1927), a biografia Magalhães, o Homem e o seu Feito (1937), o ensaio Brasil, País do Futuro (1941) e a autobiografia O Mundo de Ontem (1942). Suicidou-se no Brasil a 22 de fevereiro de 1942.

Romance de ex-mulher de bilionário da Tesla editado pela ASA



AS BOAS RAPARIGAS NÃO GANHAM AO AMOR
Talulah Riley 
Nas livrarias a 28 de Março

Versão moderna do romance icónico E Tudo o Vento Levou.

Bernadette St John é uma mulher implacável. Jornalista famosa pelas confissões embaraçosas que consegue arrancar aos ricos e poderosos, é mimada, manipuladora e não olha a meios para atingir os seus fins. E o que ela mais deseja agora é conquistar Tim Bazier, o seu agente literário. Não lhe interessa nem um pouco que ele esteja noivo de Elizabeth, uma mulher pura e amorosa.
Radley Blake é um homem temido. Ao contrário dos outros, que parecem derreter sob o toque de Bernadette, o magnata de Silicon Valley não só é imune aos encantos da jornalista como tem o dom de adivinhar os seus pensamentos e esquemas mais maléficos. E não vai permitir que ela destrua a relação de Elizabeth, que é a sua melhor amiga.
Bernadette é também exímia a esconder a verdade. Quando conhece Radley, ela percebe imediatamente que encontrou um homem à sua altura. Não fosse a irritante capacidade do milionário para ver aquilo que mais ninguém consegue e talvez ele pudesse ser o homem dos seus sonhos. Ela não é a única com algo a esconder... Mas é certamente quem tem mais a perder.

Sobre a autora:
Talulah Riley nasceu em Inglaterra em 1985. É actriz, argumentista, realizadora e também fundadora e diretora da Forge, uma aplicação para telemóveis. É mais conhecida pelos seus desempenhos como actriz de teatro em peças no West End e na televisão. Foi casada com o bilionário Elon Musk, fundador da Paypal, Space X e Tesla.  As Boas Raparigas Não Ganham Ao Amor é o seu primeiro romance.

A ASA edita na próxima terça-feira, dia 28 de março, o primeiro romance da actriz britânica Talulah Riley (1985), conhecida pelos seus papéis nas longas metragens Orgulho e Preconceito (era Mary Bennett), Inception – A Origem (com DiCaprio) e Thor, mas sobretudo por namorar e casar, aos 22 anos, com o bilionário Elon Musk, fundador da Paypal, da Space X e da Tesla Motors.
Embora ela negue, As Boas Raparigas Não Ganham Ao Amor, o seu primeiro romance, será baseado na relação que manteve com o bilionário, com uma fortuna avaliada em 12 mil milhões de doláres. Talulah afirma que não precisa de expurgar o que lhe aconteceu, que não necessita de terapia para a separação, que são grandes amigos, mas quem já leu o romance  - a que crítica chama a versão moderna de E Tudo o Vento Levou - duvida.  As Boas Raparihas Não Ganham Ao Amor é sobre Elizabeth, uma pura e amorosa rapariga britânica, apaixonado por Radley Blake, um temido bilionário da tecnologia.
Aos 32 anos, a carreira que começou na televisão, em Miss Marple e Poirot, foi reatada recentemente com um papel na série de ficção científica WestWorld. Mas com os 16 milhões que recebeu no divórcio, Talulah fundou e dirige a Forge, uma aplicação para telemóvel.